(POR) Faleceu o nosso clown de bronze: Ângelo Muñoz.
Partiu o riso, mas ficou a luz.
Hoje, o mundo parece um pouco mais silencioso. A pista perdeu cor, as gargalhadas ecoam com saudade e o coração aperta ao lembrar quem transformava dor em alegria. Angelo Muñoz não foi apenas um palhaço — foi um semeador de sorrisos, um artista da esperança, alguém que entendia que, por trás de cada gargalhada, existe sempre um gesto de amor.
Com o nariz vermelho e a alma gigante, Angelo tocou vidas que talvez nunca chegue a saber o quanto mudou. Em cada criança que voltou a sorrir, em cada adulto que esqueceu por um instante o peso da vida, ele deixou um pedaço de si.
Hoje choramos a sua partida, mas celebramos o seu legado — feito de leveza, humanidade e coragem. Porque fazer rir é, talvez, uma das formas mais puras de cuidar.
Que o aplauso nunca cesse, onde quer que esteja.
E que nunca nos falte a coragem de sorrir, como ele nos ensinou.
Até sempre, Angelo
Sinceras condolências a toda a família, em especial aos filhos Conchi Munoz Jahn e Celestino Munoz .